Estações
Regina lia-lhe os silêncios - sinais de recolhimento a si mesmo, mas levando-a na bagagem ...
é na espera e, depois, no usufruto de sinais, que caminhamos para a Estação, rompendo com os apitos da partida, porque não comandados por nada exterior a nós.
E lá vamos, como loucos, dia ou noite, agarrados aos perigos ou aos mistérios, crentes na absoluta possibilidade de sabermos não nos deixar morrer.
